Mesmo diante da pandemia, vendas e aluguéis de imóveis têm crescido em Suzano
Foto: Secop

Mesmo diante da pandemia, vendas e aluguéis de imóveis têm crescido em Suzano

Presidente da Acoris acredita que com a pandemia, as pessoas que já estavam interessadas em comprar o imóvel ganharam tempo para comprar o imóvel

As vendas e aluguéis de imóveis têm crescido em Suzano, mesmo diante da pandemia da Covid-19. Segundo o consultor Ademílson Alves Bernardes, presidente da Associação de Corretores de Imóveis de Suzano (ACORIS), o mercado imobiliário de Suzano estava aquecido, com a chegada da pandemia caiu, mas voltou a ter uma boa crescente, o que foi uma grande surpresa. “Houve uma regressão durante a pandemia, acho que ia dar uma grande estagnada e agora voltou a ficar aquecido. Há uma grande procura por terrenos para comprar imóveis”, disse Ademílson.
O presidente da Acoris acredita que com a pandemia, as pessoas que já estavam interessadas em comprar o imóvel ganharam tempo para comprar o imóvel. “Acreditávamos que com a chegada da pandemia teríamos uma grande queda. Esse tempo serviu para que essas pessoas que já tinham um interesse de comprar ganhassem tempo para efetuar o negócio”, disse.
As procuras por imóveis comerciais também estão a todo vapor. Ao andar pela General Francisco Glicério é possível observar diversos locais com placas de aluga, mas segundo o Ademílson elas ficam lá por muito tempo, pois existe muita procura nessa região. “Esses inquilinos não obtiveram êxito nas negociações com os proprietários. Pode ter tido proposta para baixar o aluguel e o dono pode ter optado por não baixar e não tendo condição de pagar ele preferiu desocupar, mas a procura pior imóveis na Glicério é grande. Tem muitas pessoas cadastradas para obter algum imóvel lá”, comentou.
Por conta das medidas adotadas pelo Governo Estadual a fim de conter o avanço do coronavírus algumas lojas precisaram fechar as portas e automaticamente os donos não tiveram recursos para pagar o aluguel. Para isso foi feito uma reunião onde foi proposto uma baixa no valor dos aluguéis: “Com a loja fechada, ele não vende seu produto. E se não vender, ele não vai conseguir pagar o aluguel. Foi negociado com os proprietários para baixar o valor dos aluguéis em uma proporção de 30%, 40% até 50% e até houve negociações com alguns para que não pagassem nada, só quando voltassem a abrir o estabelecimento”, completou.
Com Informações: Diário de Suzano
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