Suzano zera fila de hérnia, mas contabiliza 5,6 mil à procura de outras especialidades
Foto: Mogi News

Suzano zera fila de hérnia, mas contabiliza 5,6 mil à procura de outras especialidades

Município é responsável pelo atendimento básico e cirurgias simples. Sob responsabilidade do município existe, no geral, 21 pessoas na fila, com exceção dos casos de hérnia, cuja demanda foi zerada.

Suzano conseguiu zerar a fila de espera para cirurgia de hérnia. Em compensação os casos de alta complexidade, sob responsabilidade do Estado, tem 5.673 pessoas na fila de espera. Incluem todas as especialidades.
Segundo a Prefeitura, o município é responsável pelo atendimento básico e cirurgias simples.
Estão incluídas, nesta categoria, três tipos: geral, hérnia e pequenas cirurgias.
Sob responsabilidade do município existe, no geral, 21 pessoas na fila, com exceção dos casos de hérnia, cuja demanda foi zerada.
Pequenas cirurgias, de responsabilidade entre município e Estado, são 161.
De acordo com a Prefeitura, o Estado é responsável por cirurgias complexas. Todas as especialidades chegam a 5.673 pacientes na fila.
As especialidades com maior número de espera são otorrino, oftalmo (catarata) e ortopedia.
Mutirão hérnia
Em 2018 foram realizadas cirurgias de hérnia em pacientes suzanenses que estavam na fila de espera pelo procedimento. As intervenções médicas ocorrem em três locais: Pronto Atendimento do distrito Palmeiras, Ambulatório de Especialidades Dr. Joracy Cruz e Santa Casa de Misericórdia de Suzano. Essas ações fazem parte do curso de capacitação de médicos, enfermeiros e técnicos que atuam na cidade sobre a técnica “Lichteinstein Parede Abdominal”.
Uma equipe de profissionais da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, da ONG Hérnia Help e da Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA) esteve em Suzano ministrando o curso, que trouxe, na ocasião, um novo método para a cirurgia de correção de hérnia inguinal, que afeta a região do abdômen. Essa técnica ajuda a reduzir o tempo de recuperação dos pacientes.
Os dados apresentados apontam que a hérnia é a terceira causa de licenças médicas e afastamento do trabalho. Os custos dos dias não trabalhados e da recuperação pós-operatória, assim como os gastos hospitalares do tratamento cirúrgico, consomem de forma significativa recursos destinados à saúde e à Previdência Social. Por ano, são feitas 20 milhões de cirurgias deste tipo no mundo – só no Brasil são mais de 200 mil procedimentos anuais.
Com Informações: Diário de Suzano
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