Suzano recebe projeto de Teatro acessível premiado pela ONU
Foto: Divulgação

Suzano recebe projeto de Teatro acessível premiado pela ONU

Grupo criado pela atriz Tatá Werneck faz espetáculos e oficinas em que pessoas sem e com deficiência, participam juntas

Suzano vai receber uma programação gratuita no mês de maio, com atividades culturais com acessibilidade e inclusão. A ONG Escola de Gente Comunicação em Inclusão, fundada pela jornalista Claudia Werneck, trará a Oficina de Teatro Acessível, apresentada no dia 7 de maio, às 18 horas, no Anexo da Secretaria de Educação (Rua Aurora, 303 – Vila São Francisco). E no dia 8, o espetáculo teatral “Ninguém Mais Vai Ser Bonzinho”, no Teatro Municipal Doutor Armando de Ré (Rua General Francisco Glicério, 1354, Jardim Anzai), que, com dez recursos acessíveis, permitem a participação de todas as pessoas – com e sem deficiência.
A oficina, ministrada por atores e atrizes do projeto, é uma atividade de formação e mergulho nos temas da inclusão, acessibilidade e direitos de pessoas com deficiência. A metodologia, criada pela Escola de Gente, utiliza jogos teatrais para promover a reflexão sobre o que é uma sociedade inclusiva. Em Suzano, a oficina será voltada para profissionais de ensino, mas qualquer pessoa interessada em participar pode procurar a Secretaria de Educação.
Peça
Criado pela atriz e apresentadora Tatá Werneck, a peça “Ninguém Mais Vai Ser Bonzinho” do grupo Os Inclusos e os Sisos – Teatro de Mobilização pela Diversidade, foi assistido por mais de 100 mil pessoas e premiado pela Organização das Nações Unidas (ONU), já que é o único no mundo a realizar espetáculos com máxima acessibilidade. O texto aborda, com muito humor, questões cotidianas de preconceito e discriminação. São sete esquetes em que atores e atrizes se revezam em personagens nos quais a plateia se reconhece com facilidade, fazendo com que todas as pessoas – com e sem deficiência – se divirtam juntas no teatro.
O projeto “Aqui Trem Cultura Acessível” é patrocinado pela MRS Logística e percorre os municípios por onde passa a ferrovia.
Para garantir a participação de todas as pessoas, que é lei, mas ainda praticamente não cumprida, são disponibilizados dez recursos de acessibilidade, como intérprete da língua de sinais brasileira (Libras), fones para audiodescrição, material de comunicação em braile e formatos digitais, visita tátil ao cenário, rampas de acesso, banheiro adaptado e atendimento acessível desde a fila.
Com Informações: Diário de Suzano
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