Suzano apresenta evolução em desenvolvimento social

Outros municípios da região também foram avaliados; Mogi está em boa colocação já Itaquá é a última da região.

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Suzano apresentou evolução na avaliação do Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS), que mensura o grau de desenvolvimento humanos dos municípios paulistas. Criado sob demanda da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), com o objetivo de facilitar a orientação das políticas públicas municipais, o levantamento utiliza os mesmos critérios de evolução do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), este com abrangência nacional.
Mesmo assim, o município foi enquadrada na categoria “em transição”, com baixos níveis de riqueza e indicadores intermediários (baixos) de longevidade e escolaridade. As riquezas do município foram avaliadas em 38, com a longevidade em 68 e a escolaridade em 54 pontos de um total de 100. Na mesma categoria que Suzano figuram municípios de situação semelhante, como Mairiporã e Igaratá.
Mesmo assim, os índices referentes a 2018 são superiores na comparação com os dados de 2014, assim como em Mogi das Cruzes, quando o principal avanço se deu na escolaridade – antes 47 pontos agora 54.
Mogi manteve o patamar mais elevado na avaliação do IPRS, sendo que de acordo com o levantamento, o índice representa que o município possui elevadas riquezas e bons indicadores sociais, como longevidade e escolaridade médio ou alto.
A boa avaliação referente não é novidade, visto que no levantamento IPRS de 2016 a cidade também recebeu avaliação dinâmica, sendo que a grande diferença dos resultados destes estudos foi um significativo avanço apresentado pelo município na área de escolaridade, que possui boa parcela que compõe a avaliação final. Em 2016, a escolaridade da cidade era avaliada em 51 pontos e no último levantamento foi de 57. Os outros fatores, longevidade e riqueza municipal se mantiveram estáveis: 72 e 39 pontos, respectivamente.
Mogi se instalou em um grupo de 112 municípios que receberam boas avaliações nos três quesitos, dentre estas cidades, grandes potencias econômicas, como São José dos Campos, Campinas e Ribeirão Preto.
G5 do Alto Tietê
Dos cinco municípios mais populosos do Alto Tietê – Mogi, Itaquaquecetuba, Suzano, Ferraz de Vasconcelos e Poá -, chamado de G5, o único que aparece em situação de vulnerabilidade, ou seja, os mais desfavorecidos do Estado, tanto na riqueza como nos indicadores sociais, é Itaquá. No município o índice se manter assim deste 2016, quando também obteve a pior avaliação.
Ferraz obteve, de acordo com o levantamento melhoras em seus índices, já que em 2016 estava em situação vulnerável e agora configura no grupo de 179 municípios “em transição”.
Do G5 do Alto Tietê, o único que configura em situação desigual, com níveis de riquezas elevados, mas indicadores sociais insatisfatórios baixos é Poá, que se mantém assim desde 2016.
Com Informações: Portal News
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