MOGI – Cidade implanta projeto para melhorar acessibilidade nas ruas
Foto: Reprodução/ TV Diário

MOGI – Cidade implanta projeto para melhorar acessibilidade nas ruas

O projeto foi elaborado em parceria com a organização do Centro de Paradesporto de Mogi das Cruzes, com a ideia de criar um corredor que segue desde as estações de trem até o bairro do Rodeio. Para isso, mais de 20 rampas já foram instaladas em regiões como o Centro Cívico, Mogilar e Rodeio.

No entanto, quando o assunto é acessibilidade falta muito a ser feito Rodeio. Na Rua Ezelino da Cunha Glória não tem uma rampa sequer.

A ironia é que esse é um dos principais acessos ao Centro de Paradesporto.

Tanta dificuldade já atrapalhou as atividades de alguns paratletas. A maioria vem de outros bairros de Mogi e de outras cidades da região.

Por isso, a direção do Centro de Paradesporto teve a ideia de sugerir a criação de um corredor para facilitar a vida dos paratletas. “Corredor acessível porque as pessoas descem na estação do Centro ou Estudantes. Tem um terminal ao lado das estações que trazem pessoal para o Centro de Paradesporto ou associações”, afirma Dirceu Pinto que é coordenador do Centro de Paradesporto.

Uma parte do pedido começou a ser atendida. No total, 24 rampas foram construídas no Centro Cívico. Na Praça José Antônio Batalha, no Shangai, tem rampas e piso tátil.

“Nós estamos traçando rotas intermediárias, rotas paralelas. Então onde não tenho condições de traçar essas rampas, eu estou criando condições para que eles passem por outros caminhos. Por isso, a criação dessas rotas. Elas foram feitas em conjunto com essas lideranças, com esses conselhos para que a gente atenda e dê condições para que eles tenham direito de ir e vir na cidade”, explica a diretora planejamento e desenvolvimento da Secretaria de Transportes, Cristiane Ayres.

A ideia da Prefeitura é estender a acessibilidade a outros bairros.

“Nós começamos na região do Rodeio nas imediações do Centro de Paradesporto. Fizemos duas rampas acessíveis e vamos trabalhar toda aquela região também. Temos um cronograma de implantação. Hoje a gente consegue fazer uma rampa por dia e acredito em dois, três meses, a gente consiga dar uma característica melhor na cidade.”

Para o Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência, acessibilidade vai além de rampas. “Falta intervenções. Precisamos de sinais sonoros, pisos táteis, intérpretes de libras, etc.”, explica Wilson Gomiero que é presidente do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência.

Com informações: G1

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