Lixeira eletrônica, à energia solar, chega a São Paulo

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Quatro lixeiras tecnológicas, com novo sistema que compacta o lixo e permite a armazenagem de mais resíduos, diminuindo a quantidade de vistorias e coletas, chegaram a São Paulo.
Elas também enviam SMS para serem esvaziadas e são movidas a energia solar.
As lixeiras do futuro estão em 4 pontos nos Jardins ,nos cruzamentos da Oscar Freire com Melo Alves; da Oscar Freire com Bela Cintra; da Alameda Tietê com Bela Cintra; e da Alameda Lorena com Consolação.
As novas lixeiras, da Big Belly, ainda estão em fase experimental e fazem parte do processo de modernização e revitalização da região feito pela Associação dos Lojistas dos Jardins.
Segundo a assessoria de imprensa, o novo sistema compacta o lixo e permite a armazenagem de mais resíduos, diminuindo a quantidade de vistorias e coletas.
A compactadora, abastecida por energia solar, só precisa de oito horas de exposição ao sol para funcionar por um mês.
Tudo isso é gerenciado por um software que identifica todas as lixeiras em um mapa eletrônico e avisa por SMS quando estão cheias para que a coleta seja feita.

Duro é o preço!
De acordo com o jornal Folha de São Paulo, o cesto de cada uma, nos Estados Unidos, custa US$ 4 mil, o que no Brasil daria em torno de R$ 8,8 mil.
O valor, no entanto, não é confidencial e não é confirmado pela importadora e pela Associação dos Lojistas.

Fonte: Só Notícia Boa

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