Hospital de Quarentena é desativado e Parque Max Feffer será reaberto
Foto: Irineu Júnior/Secop Suzano

Hospital de Quarentena é desativado e Parque Max Feffer será reaberto

Equipamento foi fechado no último domingo (13); Prefeitura prepara plano de reabertura do Parque Max Feffer

Após 135 dias em funcionamento, o Hospital de Quarentena de Suzano encerrou os atendimentos aos pacientes diagnosticados com o novo coronavírus no último domingo (13). Aberto desde 30 de abril, foram realizados 272 atendimentos, sendo que 233 pacientes receberam o tratamento e tiveram alta médica, três foram transferidos para outras unidades de saúde e sete vieram a óbito.
Segundo informações da Prefeitura, o último paciente em tratamento no Hospital de Quarentena foi um homem de 54 anos e que recebeu alta no domingo. Agora, sem o apoio do equipamento levantado na Arena Suzano, o atendimento a pessoas com sintomas do novo coronavírus seguirá os mesmos procedimentos adotados até então, com consultas via telemedicina para orientações iniciais (pelo número 0800 484 8001).
Além disso, os munícipes contam com o Pronto-Socorro Municipal (PS) para acolhimento (com 9 leitos de enfermaria e 12 avançados), o Hospital Previna (com dez leitos de UTI alugados) e Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde (Cross), do governo do Estado de São Paulo, como retaguarda para internações em casos mais graves.
Com a desativação do Hospital, o espaço na Arena Suzano vai passar por desinfecção e o espaço permanecerá fechado por pelo menos 30 dias, uma medida sanitária preventiva em razão de ter abrigado pacientes com o vírus. O balanço financeiro referente ao período também será fechado nos próximos dias.
Em relação a abertura do Parque Municipal Max Feffer, a Prefeitura informou que está preparando um plano para a reabertura do espaço ao público. Atualmente, o parque está recebendo intervenções com o objetivo de garantir a revitalização de áreas e equipamentos de esporte, lazer e cultura do local.
O Hospital de Quarentena de Suzano teve a atuação de 150 profissionais da Saúde, contratados pelo Instituto Nacional de Tecnologia e Saúde (INTS), organização social que realizou a gestão hospitalar e administrativa.
Em relação ao valor a ser pago na parte de gestão hospitalar, este pode variar de R$ 2,2 milhões a R$ 5,2 milhões, já inclusos R$ 815 mil de bens permanentes que continuarão na rede municipal de Saúde agora que a unidade foi desativada. Já em sua estrutura, o investimento foi de R$ 527 mil, com 80 leitos, sendo 70 de observação e dez avançados com aparelhos de auxílio de ventilação.
Com Informações: Diário de Suzano
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