Artistas sertanejos rifam shows para manter a agenda

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Com os grandes nomes da música sertaneja investindo cada vez mais em super produções as casas noturnas ficaram órfãos de atrações, pois o custo caro da produção  inviabiliza uma casa com capacidade para 5 mil pessoas levarem shows como Jorge e Matheus, Luan Santana, Paula Fernandes entre outros que tem um custo elevando de cachê e produção.

 Artistas como Victor e Léo e Zezé Di Camargo e Luciano são alguns que tem apostado em apresentações em teatros, geralmente com duas datas eles garantem lotação garantida embora o preço do ingresso muitas vezes ultrapasse o valor de R$300,00, inviável para muitos fãs.

O que tem acontecido é que artistas de médio porte como Gian e Giovani, Edson e Hudson, Rionegro e Solimões, Rick e Renner entre outros nomes estão se leiloando o valor dos seus shows para garantir data na agenda. Para ser der uma ideia estes artistas estão brigando por cachês que variam de R$15 a R$25 mil reais com artistas novos no mercado como Tuta Guedes, Dany e Diego, Tony e Tiago entre outros novos nomes da música sertaneja.

A crise no mercado sertanejo imperou no ano passado. Com o incêndio da Boate Kiss no Rio Grande do Sul, diversas datas foram canceladas e muitas casas de shows foram interditadas pelo corpo de bombeiros o que causou um caos generalizado no meio afetando desde os pequenos aos grandes artistas. Com esta dificuldade só restou a alguns artistas “rifar” o valor do seu cachê. Alguns organizadores de eventos estão se aproveitando desta situação e esquecendo de dar prioridade para o principal: a qualidade da atração. É uma pena, perde a música sertaneja, perde o público.

Fonte: Movimento Country

Este post tem um comentário

  1. E deve ser assim mesmo, chega de mercenarismo por parte destes artistas. Eu só contrato se for na parceria , do contrário prefiro ficar parado.

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