Área na rua Prudente de Moraes recebe limpeza

Terreno estava coberto de mato, é alvo de despejo de entulho e lixo e atrai usuários de drogas

Após diversas reivindicações da população, a Prefeitura de Suzano deu início aos trabalhos de limpeza e manutenção em um terreno público, que virou ponto de tráfico de drogas, abrigo para usuários de entorpecentes e esconderijo para criminosos que praticam roubos no entorno. Trata-se de uma grande área localizada na rua Doutor Prudente de Moraes, na Vila Amorim.
 
O espaço seria destinado à construção do Hospital Federal na gestão do ex-prefeito Marcelo Cândido (sem partido). A mesma área também estava inclusa na lista dos 11 terrenos que seriam vendidos pela administração municipal na gestão de Paulo Tokuzumi (PSDB), mas a concretização foi impedida pela Justiça.
 
Quem passa por ali já nota que o espaço livre está maior. Parte da mureta que cercava o local foi derrubada e o monte de lixo que estava acumulado também foi retirado. A Secretaria Municipal de Manutenção e Serviços Urbanos informou que uma equipe foi enviada ao local com maquinários para a execução dos serviços de capinação e remoção de entulhos.
 
“A ação da Prefeitura atende à demanda da comunidade da região que pede intervenções na área onde ocorrem delitos como roubos, furtos, venda e consumo de entorpecentes, além de evitar uma possível ocupação irregular”, destacou a pasta, por meio de nota.
 
A área havia recebido outros serviços de manutenção, anteriormente, já que o terreno também é alvo frequente de despejo irregular de lixo. No local era possível encontrar todo tipo de entulho, desde lixo doméstico até restos de materiais de construção, vasos sanitários, roupas, pedaços de madeira e animais mortos.
 
Diante da situação, a Prefeitura tentou cercar a área com barreiras de concreto para impedir a entrada de pessoas e veículos. No entanto, a iniciativa não impediu a ação dos infratores que continuavam despejando lixo no local. Além disso, a área virou abrigo para usuários de drogas, que também aproveitavam o espaço para comercializar os entorpecentes.
 
Em reportagens anteriores, também flagramos um barraco feito com restos de entulho e coberto por uma lona, mas já não existe mais. No entanto, a área continua sendo alvo de criminosos, segundo relatos de quem mora na Vila Amorim. Os motoristas que param no semáforo que dá acesso à avenida Brasília também são abordados por flanelinhas e pedintes, que “moram” no terreno, que chegou a ser comparado com a cracolândia pelos vizinhos.
 
Com Informações: Portal News

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